Ligue os pontos

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Existe uma tendência cultural brasileira em ambientes de trabalho e ambientes pessoais nos quais as pessoas se posicionam dentro de determinados padrões para pré-determinar funções e atribuições que estão diretamente ligadas às suas habilidades ou ao seu papel dentro desse ambiente.

Nas empresas isso é mais comum e visível, pois quando um funcionário, seja em um cargo de gerência ou num cargo operacional, começa a desempenhar determinadas funções pertinentes à sua rotina, ele se distancia de algumas outras operações ou funções que não estejam dentro do seu contexto.

Esse distanciamento pode nublar o conhecimento do funcionário com relação à todas as etapas que a sua empresa utiliza para entregar um determinado produto ou serviço, deixando sua perspectiva restrita.

Essa restrição impede o crescimento profissional e pessoal limitando atitudes e consequentemente um poder de ação que muitas vezes esse mesmo profissional desconhece.

Barreiras para essa imposição são muitas, mas sem dúvida a mais forte de todas vem do conceito “esse não é o meu trabalho” ou no mais clássico e grosseiro “não sou pago para isso”.

Esse pensamento se aplica em várias situações principalmente quando se é cobrado com rigor por algo que foge à suas atribuições e logo começa a gerar um descontentamento com seu ambiente de trabalho e uma certa frustração por parte de quem precisa cumprir aquela determinada tarefa.

Hoje sabemos que para se entrar em uma empresa adquirindo um cargo de liderança ou operacional, as funções pré-determinadas estão sujeitas a ajustes e a anexação de outras conforme as necessidades e as demandas do local de trabalho assim exigirem. Embora seja uma tendência natural, essa situação precisa ser muito bem definida entre gestores e a equipe, seja de maneira declarada e acordada, seja de maneira velada conduzindo cenários que gerem ações por parte do time para resolução de problemas que podem estar ligados a vários setores diferentes ou que não correspondam diretamente à suas atribuições.

Algumas instituições hoje trabalham em seus processos de seleção situações simples e que indicam o perfil do profissional. Por exemplo, cumprimentar as pessoas que estão a nossa volta mesmo que não a conheçamos é um ato de educação elementar mesmo que você tenha que ir a um local fazer uma entrevista para nunca mais voltar.

É bem simples, mas empresas renomadas já recusaram a contratação de profissionais de alto escalão com grandes recomendações e conhecimento técnico apurado simplesmente pelo fato do mesmo ter ignorado todas as pessoas por quem passara até chegar à devida entrevista sem direcionar uma palavra se quer.

Perder uma grande oportunidade por simplesmente não dizer um bom dia? Parece radical demais, mas não é. Entrar em um local e não pegar um papel jogado porque existe um profissional pago para isso é a mesma coisa.

Entender que tudo é parte de um todo e que você precisa compreender e saber se relacionar com as pessoas e com suas atividades de maneira que não precise alguém dizer para você que é necessário e fará com que você comece a ligar os pontos dos mais simples aos mais complexos tornando-o um profissional proativo e diferenciado.

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