Compras a prazo, pode ser uma boa ideia?

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Desde que surgiu a compra a prazo, a aquisição de bens e serviços passou a ficar muito mais fácil e para diversas classes sociais. Infelizmente o grande “x” da questão não está na facilidade da aquisição, sim no planejamento financeiro e parcelas a perder de vista, que podem complicar muito a vida das pessoas e empresas.

No caso de pessoas físicas, os parcelamentos quase sempre acontecem quando um determinado bem ou serviço foge do orçamento, mas a pessoa precisa adquiri-lo.

Podemos usar o exemplo de um carro, com um valor médio de R$ 20.000,00, nesse caso as lojas quase sempre irão proporcionar possibilidades de parcelamentos facilitando a aquisição desse bem tão crucial hoje para a locomoção hoje em dia.

Entretanto, o primeiro item a ser analisado nesse momento são os juros e o valor que ficará esse bem após o pagamento de todas as parcelas. Sabemos que a taxa de juros para financiamentos no Brasil é extremamente alta e como normalmente não existe uma outra saída, as pessoas acabam aceitando possibilidades de parcelamento impostas a elas, que acabam dobrando o valor inicial ou até mesmo indo além do que fora proposto.

Nesse momento existe uma recorrência pela busca de empréstimos em bancos ou instituições financeiras que prometem dinheiro fácil e juros baixos. Na faixada é tudo muito bonito, mas não há milagres no mundo financeiro que faça você pagar pouco por um valor dividido em dezenas de parcelas. Nessas situações as letras pequenas dos contratos tornam a vida orçamentaria das pessoas um verdadeiro caos, elevando taxas ou criando-as para pesadelo de quem entrou com tudo nesse tipo plano.

Resumindo a obra, todas as formas de parcelamentos devem vir acompanhadas de muita analise para verificar possibilidades de pagamento e quitação, todo e qualquer parcelamento seja empréstimo ou financiamento é necessário um cauteloso estudo.

Todos conhecem os perigos dos empréstimos bancários e suas altas taxas, mas nunca levamos em consideração a possível perda do emprego enquanto essas parcelas ainda estão vindo ou uma situação que necessite o uso de parte do orçamento não previsto durante esses meses, como um tratamento médico, a manutenção do veículo ou do bem entre outras diversas situações.

Segundo Mauro Calil, Gerente Geral do Instituto Nacional de Investidores (INI), os custos financiados não devem ultrapassar 30% da renda líquida das pessoas conforme a citação abaixo:

“A soma de todos os gastos financiados não deve ultrapassar 30% da renda líquida, embora o ideal seja que fique abaixo de 20%. “Acima de 30% o consumidor tem uma série de probabilidades de ter problemas financeiros. É um limite intransponível”

Portanto pense bem e avalie as possibilidades dentro do que você considera viável para um financiamento levando em consideração todas as possibilidades que essa nova etapa pode trazer.

A matéria completa que inclusive traz a citação de Mauro Calil pode ser lida através do link abaixo:
http://goo.gl/7T5iQX

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Publicado em Artigo

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