Fluxo de Caixa, a bússola da empresa!

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Lembram-se daqueles filmes onde haviam os marujos e suas velhas embarcações, ainda com navegação à vela?

Era incrível como tinham uma capacidade de orientação. O nascente e o poente indicavam o leste e o oeste. Ao amanhecer, os marinheiros podiam perceber o aparente desvio do Sol em relação ao dia anterior, comparando a localização do nascente com as estrelas que se desvaneciam. À noite, podiam determinar sua posição observando a Estrela Polar, que parece ficar quase que diretamente acima do Polo Norte após o anoitecer. No Hemisfério Sul, uma constelação brilhante conhecida como Cruzeiro do Sul ajudava-os a localizar o Polo Sul. De modo que, numa noite de céu limpo, navegantes de todos os mares podiam verificar seu rumo usando pelo menos um ponto de referência no céu. Mas, as tormentas também apareciam… do nada.

Sempre precisamos de uma orientação. Os navegadores que o digam. Estima-se que a cerca de 2000 a.C. foi criado a bússola, um instrumento de orientação geográfica. A bússola auxiliou muito, mas os navegadores consultavam também outros indicadores para a viagem.

Podemos comparar o mercado atual como esse grande mar aberto, onde, para não naufragar, as empresas também precisam de instrumentos que auxiliem na indicação do rumo a seguir. O fluxo de caixa, sem dúvida, é um desses instrumentos.

O Fluxo de Caixa é um instrumento de gestão financeira que projeta para períodos futuros todas as entradas e as saídas de recursos financeiros da empresa, indicando como será o saldo de caixa para o período projetado. Desta forma obtém-se uma indicação que pode amparar a decisões importantes na empresa; tais como:

  • Prognosticar as necessidades de captação de recursos em determinado período, quando a projeção das saídas será maior do que as entradas. Antever possíveis negociações com os fornecedores.

  • Prever os períodos em que haverá sobras.

  • Aplicar as “sobras” nas alternativas mais rentáveis para a empresa, de forma a não comprometer a liquidez.

  • Avaliar projeções anteriores, as variações ocorridas e as causas dessas variações.

  • Avaliar a capacidade da empresa em gerar recursos para suprir o aumento das necessidades de capital de giro.

  • Idealizar projetos de expansão e investimento na empresa.

Os sistemas de informações corporativas devem propiciar recursos para que o fluxo possa ser verificado sempre que necessário. A forma de visualização pode ser uma consulta em tela ou via relatório, cujo acesso pode ser local ou remotamente (via web); ou ainda o envio dos dados através de um SMS.

A empresa, entretanto, tem que ter procedimentos para lançar os dados financeiros “sem esquecer” documentos; uma vez que o computador só conseguirá dar a informação sobre aquilo com o qual for alimentado.

O Fluxo de Caixa deve ter uma estrutura flexível, no qual empresa possa inserir informações de entradas e saídas conforme as necessidades; inclusive previsões com valores ainda não confirmados. Esses valores podem ir sendo alterado no decorrer do tempo. Imagine, por exemplo, uma conta de energia elétrica. O sistema deve permitir que essa despesa possa ser lançada para meses futuros, com valores projetados e, que se possa depois alterá-los quando o valor for confirmado.

Fazer um fluxo de caixa “mais ou menos” gera resultados medíocres e não ajuda na hora de tomar decisões.

O fluxo de caixa existente no GigaERP é completo, leva em consideração todos os valores de entrada e saida no financeiro, permite incluir previsões tanto no a receber quanto no a pagar e, além disso, possui recursos para a projeção dos valores.

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Vendas Hoje!

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As vendas realizadas no varejo têm características próprias e pode se utilizar de vários canais. Dado ao cenário atual (tecnológico e de demanda), existe uma dinâmica que tenta explorar os mais diversos meios para se concretizar uma venda.

As vendas podem ocorrer de forma presencial, em uma loja, ou na casa do cliente (de porta em porta). Também são realizadas de forma remota, em geral via web, através de computadores desktop ou dispositivos móveis, sendo manuseados pelo próprio consumidor.

Há um híbrido nesse cenário onde o vendedor pode desloca-se presencialmente até o cliente e concretizar a venda por algum dispositivo que utiliza a internet; de maneira que os dados são enviados ao sistema de retaguarda na empresa (ERP).

Cada mecanismo de venda (presencial ou remota), requer recursos adequados em termos tecnológicos. Entretanto, as ações que são desenvolvidos em cada mecanismo acabam atendendo a propósitos semelhantes. Vejamos por exemplo o caso da “sondagem”; isto é, identificar as necessidades e desejos do cliente. Lembre-se que o cliente não compra necessariamente os produtos. Ele compra percepção, praticidade, beleza, momentos de emoção. O cliente compra aquilo que os produtos e serviços podem fazer por ele em sua vida pessoal e profissional.

A “sondagem” quando é realizada de forma presencial dá-se através da interação entre o cliente e vendedor, com questionamentos diretos, como por exemplo:

– O Sr. deseja um computador com qual configuração?

– A máquina fotográfica é para fotos profissionais?

– Quais as cores da sua preferência?

Já quando se trata de ambiente onde não há a intermediação de um vendedor, o “ambiente” tem que estar provido de algum mecanismo que permita ao consumidor informar seu desejo. Em ambientes web isto é facilitado pelas opções de navegação e detalhamento dos produtos apresentados.

Estimular ou criar desejo do cliente pelos produtos expostos é a principal tarefa no momento que a “sondagem” estiver sendo realizada e, isso somente pode ser feito através de uma demonstração bem-feita (presencial ou remota).

Porém, há duas metas complementares: estabelecer o valor do produto para o cliente e criar o desejo de comprar naquele instante. Se ele deixar para amanhã, pode ser que mude de ideia ou vá para o concorrente.

Envolva o seu cliente no processo de venda. Estimule o cliente a olhar, pegar, ouvir e usar os produtos. Explique como tirar proveito das qualidades dos produtos. Ele precisa sentir que o valor que irá pagar será recompensado pelos benefícios que obterá. Novamente: não importa o meio. Presencial ou remotamente (via web) essas características devem ser contempladas.

Lembre-se que o cliente compra de forma emocional e justifica a aquisição de maneira racional. Ele procura justificar para si próprio, familiares ou amigos sua aquisição.

As ações tecnológicas que devem dar suporte as essas questões vão desde um ambiente local de vendas, onde se possa registrar corretamente as vendas, atualizar o estoque e financeiro, bem como um produto de força de vendas que dê liberdade para a ação de vendas realizar-se além dos horizontes geográficos da empresa.

O software GigaERP, que faz toda gestão integrada de vendas, possui mecanismos que permitem a integração com o Giga Força de Venda e e-commerce também. Veja abaixo alguns vídeos sobre esse assunto:

https://www.youtube.com/user/canaltvgiga/search?query=vendas

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Comprar é (quase) tudo!

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Desde os primórdios quando homem fazia a troca (escambo) de suas mercadorias excedentes, por outras de que precisava, as práticas comerciais passaram por diversas evoluções, aliadas a evolução de vários outros mecanismos inter-relacionados.

Atualmente a aquisição dos produtos necessários inclui uma série de fatores tais como: seleção de fornecedores, qualificação dos serviços, sazonalidade, determinação de prazos de compra, previsão de entrega, equilíbrio do estoque (em função da demanda), entre outros.

A aquisição de produtos e serviços representa um fator decisivo na atividade de uma empresa, pois dependendo de como é conduzida podem gerar redução nos custos e melhorias consideráveis nos lucros. A gestão de Compras assume papel verdadeiramente estratégico nos negócios de hoje em face do volume de recursos, principalmente financeiros, envolvidos, afastando cada vez mais a visão preconceituosa de que era uma atividade burocrática e repetitiva, um centro de despesa e não um centro de lucros.

Saber comprar de forma a beneficiar a organização é determinante não somente para a competitividade, mas também para a permanência da empresa no mercado. Pequenas reduções no custo das aquisições podem refletir positivamente no lucro da empresa. Para isso é fundamental manter um o sistema de informação atualizado.

Não é suficiente a empresa ter a noção adequada sobre a importância da gestão de compras, é imprescindível que ela disponha de um sistema ERP que permita ao gestor obter todas as informações de que precisa para tomar as decisões corretas, no tempo certo. Apenas com um sistema eficiente a área de compras poderá assumir um papel pró-ativo dentro da empresa.

No varejo o setor de compras deve saber trabalhar com alguns perfis de produtos inerentes a sua atividade:

  • Novidade: são produtos de ocasião, que aparecem no mercado atingindo bons picos de venda, porém tem um ciclo de vida muito pequeno.
  • Moda: são produtos que normalmente se vende durante várias estações; porém, suas vendas podem variar dramaticamente de uma estação para outra face as mudanças de design.
  • Básico: também chamado de produtos de reposição normal,são aquelas mercadorias que tem uma demanda contínua durante muito tempo, não sendo muito afetadas pela mudança de design.
  • Sazonal: São aquelas mercadorias que tem sua demanda afetada de forma dramática pelas estações do ano.

Uma possível estratégia para lidar com essa questão é a classificação por perfil (que na prática pode ser um determinado grupo de produtos). A utilidade de usar a classificação por perfil de demanda está na identificação das respectivas fórmulas de projeção de vendas, no uso de técnicas diferenciadas para planejamento de estoques e na possibilidade de serem colocadas datas de validade nos sistemas de gestão, a partir das quais as compras devem ser iniciadas e terminadas, de acordo com o evento ou a estação em perspectiva.

O sistema de informações utilizado pela empresa deve ter os recursos necessários para que a gestão de compras consiga lidar com as variações de produtos que precisa adquirir, considerando as características de tais produtos, os pedidos de compras, suas entregas, as não conformidades e o acompanhamento do histórico de cada fornecedor.

No GigaERP a gestão de compras está amplamente contemplada, com ações possíveis desde o acompanhamento do pedido de compra, seu recebimento (total ou parcial), totalmente integrado com o estoque e financeiro; vale a pena conferir, vendo inicialmente alguns vídeos:

  1. a) como fazer um pedido de compra:
  2. b) como importar automaticamente um XML de nota de entrada, referente a um pedido de compra:
  3. c) como consultar o pedido de compra e verificar sua situação:

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Perdendo oportunidades e vendas por conta do cadastro de clientes?

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Você já se deparou com alguma dessas situações:

– Não mandamos os prospectos dos novos produtos porque o cliente estava sem e-mail no cadastro.

– Então… não será possível a emissão da etiqueta para todos os aniversariantes porque nem todos possuem a data de nascimento digitada no cadastro.

– Entre em contato urgente com o cliente! Huummm temos um problema… esqueceram de digitar o número do telefone.

– Sabe aquela carta de cobrança, foi para o endereço antigo…

Segundo dados do Serasa, um dos principais Bureaux de Crédito do Brasil, aproximadamente 30% dos cadastros se desatualizam em um ano; portanto, as empresas precisam ter algum plano de ação para atualizarem os cadastros de seus clientes. Mais do que isso, precisam ter sistemas de informações corporativos que facilitem não só a entrada de dados, mas as atualizações também.

Se um cadastro de cliente está desatualizado, isso pode ser sintoma de mais de um problema. Um deles é a falta de relacionamento entre a empresa e o cliente. Outro pode ser a desorganização em manter atualizado os dados do mesmo, em consequência da ausência de uma política de atualização. Um outro ainda pode ser a ineficiência do sistema de informação, em não ter recursos para cobrar do usuário a atualização de cadastros.

Na questão cadastral devemos ter cuidado para não solicitar informações desnecessárias ao negócio e nem esquecer as essenciais, para se relacionar de forma eficiente com o cliente. Ressalta-se também que não é necessário obter toda a informação de que precisa de uma só vez. Isso pode ser diluído ao longo de um tempo.

Conforme nos relacionamos com o cliente captamos algumas informações extras e úteis. Algumas classificações internas também são importantes, pois podem ser utilizadas em várias comunicações, campanhas, restrições, etc. Essas classificações dizem respeito a inadimplência, atrasos, frequência de compras, etc.

Outras informações complementares, mas igualmente importante para um cadastro de clientes, dizem respeito aos contatos, dependentes, preferências, etc. Essas informações podem ser a base de diversas ações que podem ser deflagradas pela empresa.

Em meio as estratégias de concessão de crédito, tem-se visto a implantação e manutenção do Cadastro Positivo, que, certamente, dará nova roupagem às relações comerciais entre consumidores e o comercio varejista; mas, há de se lembrar que isso tudo começa em um simples processo cadastral, com o qual temos que tomar o maior cuidado em manter.

Entender as preferências, a sazonalidade, o perfil de consumo, o estágio de vida, entre outras tantas variáveis, é o grande diferencial nas relações comerciais. O cliente gosta de ser conhecido, de ser bem tratado, de receber uma correspondência com seu nome correto, de ter o tratamento adequado. Afinal, quem não gosta de sentir-se realmente especial e “notado”?

Só oferecemos algo a quem nos interessa. Por isso, conhecer seu cliente é o primeiro passo para fidelização.

No sistema GigaERP todas essas questões cadastrais são consideradas e, em última análise, colaboram para a fidelização do cliente. Genericamente, não só cliente, mas para todas as outras “pessoas” (fornecedores, vendedores, transportadoras, convênios, funcionários, etc.) o GigaERP possui recursos para que se possa ter um relacionamento mais próximo e com vantagens ao negócio da empresa.

Quanto aos cadastros de pessoas existentes no GigaERP, você pode dar uma olhada nos vídeos correspondentes, clicando no link abaixo:            https://www.youtube.com/user/canaltvgiga/search?query=pessoas

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Cadastro de produtos, vilão ou má administração?

contabilidade-e-certificadoNo dia a dia das empresas as decisões de negócios são cada vez mais automatizadas, baseadas nas informações disponíveis nas bases de dados corporativas e, nesse contexto, desde a cadeia de suprimentos à venda, é totalmente dependente do cadastro de produtos.

É no cadastro de produtos onde se registram todos os dados dos produtos que poderão ser transacionados no sistema corporativo, considerando suas características necessárias as diferentes áreas integradas que existem na empresa.

Vários processos compartilham os dados existentes no cadastro de produtos, tais como: compras, recebimento, orçamento, requisição, condicional e venda de produtos.

Quando pensamos na quantidade de produtos comercializados em um supermercado, por exemplo, temos uma clara ideia da importância de se ter uma gestão cadastral bem realizada. Apenas como referência, um pequeno varejo costuma ter em média até cerca de 3 mil itens cadastrados, um supermercado mediano algo em torno de 15 mil itens e, um hipermercado, algo em torno de 30 mil itens. Contudo, não são estáticos! Estes itens se renovam a cada dia, com novos produtos lançados pela indústria e, outros tantos em descontinuidade, desuso ou obsoletos.

É consensual o entendimento entre fabricantes, atacadistas, distribuidores e varejistas da importância do cadastro de produtos para um bom funcionamento global das operações entre os estabelecimentos e, internamente também. É indiscutível os graves problemas que podem causar os cadastros incompletos ou com algum tipo de erro; entretanto, frequentemente percebe-se a existência de cadastros incompletos, com erros ou informações divergentes.

Muitos desses erros ou divergências se encontram em campos que pareciam ser “muito improvável” de que alguém cometesse um erro ao entrar com os dados; como por exemplo, tamanho, nome, etc. Temos que nos lembrar que cada campo do cadastro participa de uma série de ações de planejamento ou operações e, qualquer erro ou divergência pode ter consequências sérias ao longo de toda a atividade operacional da empresa.

Os reflexos de dados incorretos se fazem sentir em todas as áreas da empresa, em especial, suprimentos, vendas e, particularmente, acabam por atingir até ao consumidor final. Situações de produtos que são encontrados na prateleira e, ao tentar registrar a venda, o sistema informa desconhecer o produto; consultas de saldo que informam haver determinada quantidade de produtos e, ao buscá-los fisicamente, se encontra menos.

O cadastro de produtos é uma ferramenta essencial e indispensável a qualquer movimentação e comercialização de produtos. Assim, é preciso que os procedimentos administrativos de preenchimento dos dados cadastrais de cada item sejam executados nos menores tempos e com a máxima qualidade.

Os sistemas de informações devem contribuir para que essa qualidade seja atingida de forma fácil, sem complicações. Essas características devem estar presentes desde a simples entrada de dados em um campo, bem como a forma de organizar esses dados acerca de um produto.

Os sistemas de informações devem ser capazes de permitir incluir produtos com ou sem variações de cores, tamanhos e agrupamentos (kits). Além disso, devem também permitir encontrá-los corretamente nas pesquisas disponibilizadas.

O GigaERP é um aplicativo de gestão comercial, com módulos totalmente integrados, construído com a preocupação de tentar evitar problemas cadastrais, facilitar a entrada de dados e alertar o usuário sobre possíveis irregularidades durante um cadastro. Veja em nosso canal do Youtube, alguns vídeos sobre o assunto:

https://www.youtube.com/watch?v=kSOPGbKtrng
https://www.youtube.com/watch?v=kUTucEq1E1Y

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Como driblar o déficit de profissionais neste setor enfrentado no País?

 

O mundo todo está cada vez mais conectado, e os profissionais tornam-se cada dia mais requisitados e indispensáveis para qualquer empresa, seja ela do setor de tecnologia ou de qualquer outro segmento, já que é uma área que cresce a cada dia. Mas engana-se aquele que pensa que basta apenas gostar de computadores, pelo contrário, o principal passo para se dar bem na área é ter habilidades e atitudes que serão avaliadas como diferencial pelo mercado.

É o que confirma Marcelo Salomão, diretor executivo da Gigatron Franchising, rede de serviços em tecnologia, com mais de 160 unidades espalhadas pelo Brasil afora, além de quatro unidades internacionais. “Acreditamos que o maior diferencial de um profissional, independente da área, é possuir habilidade e atitude. O conhecimento não é tão priorizado, cada um tem uma curva de conhecimento diferente que pode ser aplicado em várias áreas, isso faz com que tenhamos profissionais polivalentes e possa estar presente em vários projetos de diversas áreas na empresa”, avalia o empresário sobre o perfil do profissional na área da tecnologia.

No entanto, a falta de mão de obra qualificada no Brasil é preocupante e também não é um problema dos dias atuais, pelo contrário esse cenário que vem se arrastando há anos gera preocupação para o setor de tecnologia.

O Brasil é o segundo país da América Latina que mais enfrenta dificuldade para contratar profissionais nesse setor, apenas atrás do México. Salomão acredita que um dos principais motivos é porque a profissão ainda não é regulamentada como, por exemplo, engenheiros, médicos, contadores, enfim, profissões que faz com que logo após a formação é possível ingressar no mercado de trabalho com um salário base da categoria que é relativamente bom. Já na área de tecnologia isso não acontece na maioria das vezes.

Déficit de profissionais
Assim como marcas voltadas ao setor de tecnologia, a Gigatron também vem sentido esse impacto, principalmente através do modelo de negócio de Softwares. “A contratação de profissionais especializados não é rápida. É recorrente o número de vezes que efetivamos a contratação de profissionais que moram em outras regiões do país para suprir nossa demanda. Em alguns períodos ficamos com a vaga em aberto por meses devido à falta de profissional capacitado”, ressalta Salomão sobre a preocupação do impacto que isso causa até mesmo para a economia, pois sem esses profissionais a rede não consegue crescer na velocidade que gostaria.

Entre os profissionais que a franquia mais sente falta na hora de contratar estão os Desenvolvedores de Software. O motivo é muito simples: o mercado está tão aquecido, que a demanda é bem maior que o volume de profissionais que se formam nesta área.

Para tentar driblar essa carência de trabalhadores capacitados e que consequentemente atrasa o lançamento e andamento de novos serviços, o empresário explica que tem dado foco em projetos específicos e que possam ser altamente escalado para não ter que ficar construindo novos produtos, assim, é possível replicar várias vezes o que a empresa possui pronto ao invés de construir algo novo.

Outra saída que a rede encontrou e que vem surtindo efeito foi investir em processos seletivos aprimorados que despertam os perfis de cada candidato, além de também contar com treinamentos específicos para cada modalidade de atuação. A execução desse processo seletivo é feito de maneira padrão e segue em média 15 dias para finalização e preenchimento da vaga.

“Normalmente após todo o processo seletivo e de treinamento, conseguimos manter o funcionário por um bom período de tempo na empresa. Em seguida, conseguimos aplicar o perfil e personalidade do colaborador dentro da organização”, diz Marcelo Salomão.

Hoje em dia, apenas uma graduação não está sendo mais suficiente para chamar a atenção das empresas. Aliás, ter uma graduação não é assim tão imprescindível para trabalhar numa das maiores redes de tecnologia: a Gigatron. O diretor executivo conta que sempre busca olhar para capacidade de entrega e comprometimento da pessoa. “Temos vários funcionários na empresa sem graduação, mas com uma curva de conhecimento alto”, diz.

Área em constante atualização
Trabalhar com tecnologia é fascinante, mas também exige constante atualização dos profissionais. As novidades são quase diárias, o que faz a rotatividade do mercado ser grande: todo dia surgem novos processos que desencadeiam novas especialidades e demanda por colaboradores a par dessas novidades, por isso a necessidade de estar sempre se reinventado e mantendo conectado com toda informação nova que surge no mercado voltado a esta área.

Atualmente, todos os investimentos da Gigatron estão direcionados para o mercado SaaS (Software as a Service) e aplicativos para celular, seguindo assim a tendência e oportunidades do mercado.

Sobre a Gigatron Franchising
Fundada em 1998, na cidade de Birigui, interior de São Paulo, a Gigatron Franchising se destaca pela inovação e qualidade de seus produtos e serviços dentro da área de Tecnologia da Informação, oferecendo duas modalidades de negócios. Uma delas é o Certificado Digital, que atua com a venda de certificados para pessoas físicas e jurídicas e representa quase 70% da rede. Com ela, o franqueado atua com o modelo AGR (Agente de Validação Externa). A outra modalidade é a de Softwares, segmento que oferece a implantação de mais de 20 soluções em softwares para empresas de varejo e prestadores de serviços, que faturam até 3,6 milhões por ano, em diversas áreas de atuação. Atualmente, a rede possui 162 unidades, sendo quatro dessas internacionais (Portugal, Argentina, Reino Unido e Estados Unidos).

Quer saber mais? Acesse nosso site: http://www.gigatron.com.br/

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Franquia de Software?

É de total relevância que as pessoas tenham dúvidas sobre essa franquiaUm comércio que está alavancando a cada dia mais, desperta interesse de quem quer investir em uma franquia no segmento da tecnologia, ou quem ainda não sabe como investir o seu dinheiro.

Para tentar solucionar esse problema, em uma conversa com o nosso Gerente de Expansão, Victor Ruiz, esclareceremos as dúvidas mais frequentes. Veja:

Dúvidas frequentes sobre nossa franquia de software

1 – Quem precisa desses softwares? Pra quem devo oferecer?

A franquia de software é um modelo de negócio voltado para profissionais e empreendedores da área de tecnologia, e visa entregar softwares de automação comercial para o pequeno e médio varejo.

2 – Qualquer pessoa pode ser um franqueado?

Profissionais que tem o sonho de adquirir seu próprio negócio, Empreendedores, pessoas com expertise em TI e atualidades do mercado de tecnologia, prontas para se dedicar a altas jornadas de trabalho.

3 – Quais são os processos e quanto tempo demora para eu começar as vendas?

O processo basicamente consiste em demonstrar interesse pela franquia, fazer o investimento, a partir do investimento iniciamos a liberação do treinamento online, nele tem 15 dias de duração, após a conclusão do treinamento e envio de documentos, o franqueado já pode iniciar as vendas.

4 – Quais as vantagens de ser um franqueado Gigatron?

Hoje as principais vantagens que disponibilizamos para nossos franqueados é o portfólio de produtos onde ele consegue capilarizar diverso segmentos de mercado, além de estrutura como suporte técnico, comercial, ações de marketing, que auxilia o franqueado a monetizar a sua franquia.

Se interessou? Quer saber mais sobre a Gigatron? Entre no nosso site e conheça nossas franquias: http://www.gigatron.com.br/

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